Gastroenterite cresce e especialistas reforçam cuidados simples para evitar diarreia

Mulher sentada no chão do banheiro com dor de barriga.

A gastroenterite, inflamação que atinge o estômago e o intestino, continua sendo uma das principais causas de diarreia aguda e atendimentos médicos, segundo especialistas em saúde. O problema pode surgir de forma repentina e afeta pessoas de todas as idades, com maior risco de complicações em crianças e idosos.

Na maioria dos casos, a doença está associada a vírus, bactérias ou alimentos contaminados, e pode evoluir rapidamente para quadros de desidratação se não houver atenção aos primeiros sintomas.

Infecções seguem como principal causa

Dados clínicos indicam que grande parte dos casos de gastroenterite tem origem infecciosa. Vírus altamente contagiosos, como norovírus e rotavírus, estão entre os agentes mais comuns, especialmente em ambientes com grande circulação de pessoas, como escolas, creches e hospitais.

Infecções bacterianas também são frequentes e costumam estar ligadas ao consumo de alimentos mal higienizados ou mal cozidos. Em regiões com saneamento básico limitado, parasitas intestinais seguem como um fator relevante.

Sintomas podem ir além da diarreia

Embora a diarreia seja o sinal mais conhecido, especialistas alertam que a gastroenterite costuma apresentar outros sintomas associados, como:

  • Náuseas e vômitos

  • Cólicas abdominais

  • Febre

  • Falta de apetite

  • Sensação de fraqueza

A recomendação é procurar atendimento médico se houver febre alta, sangue nas fezes, vômitos persistentes ou sinais de desidratação, como boca seca e redução da urina.

Desidratação preocupa médicos

A perda rápida de líquidos é considerada a principal complicação da gastroenterite. Em casos mais leves, a reposição oral costuma ser suficiente, mas quadros moderados ou graves podem exigir atendimento hospitalar.

Manter a hidratação constante, mesmo em pequenas quantidades, é apontado como a principal medida de cuidado nas primeiras horas da doença.

Tratamento costuma ser simples

Na maioria das situações, o tratamento é focado no controle dos sintomas e na hidratação. O uso de antibióticos não é indicado rotineiramente, já que grande parte das infecções é viral.

Médicos reforçam que a automedicação pode agravar o quadro, especialmente em crianças e idosos.

Cuidados simples ajudam a prevenir

Autoridades de saúde destacam que medidas básicas do dia a dia reduzem significativamente o risco de gastroenterite, como:

  • Lavar as mãos com frequência

  • Higienizar corretamente frutas e verduras

  • Cozinhar bem carnes e ovos

  • Consumir apenas água tratada ou filtrada

Esses cuidados são especialmente importantes em períodos de maior circulação de vírus gastrointestinais.

Atenção especial para grupos de risco

Crianças pequenas, idosos e pessoas com doenças crônicas devem ser observados com mais atenção. Qualquer sinal de piora deve ser avaliado por um profissional de saúde.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações publicadas pela CNN Brasil e revisado conforme conhecimentos médicos atuais sobre saúde gastrointestinal e prevenção de doenças infecciosas.

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